AmCham Rio

Empresas que investem em sustentabilidade merecem nosso reconhecimento

Notícias

07 de out de 2015

AmCham Rio anuncia vencedores do 11º Prêmio Brasil Ambiental

Mais de 150 pessoas se reuniram em cerimônia solene, que contou com lançamento de publicação especial e Banco de Boas Práticas Sustentáveis sobre os 10 anos da premiação

Com o objetivo de prestigiar as melhores práticas empresariais na área de sustentabilidade em curso no país, mais de 150 pessoas – entre empresários e autoridades, como o diretor de licenciamento ambiental do Ibama, Thomaz Miazaki de Toledo, e o cônsul geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, James Story – estiveram ontem (6) no Palácio do Itamaraty, no Centro do Rio, para a cerimônia de premiação do 11º Prêmio Brasil Ambiental, realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) e seus Comitês de Meio Ambiente e Responsabilidade Social Empresarial. O evento foi patrocinado pela Shell com o copatrocínio do escritório Chediak Advogados.

Ao todo, cinco projetos entre os 49 inscritos foram contemplados nas categorias: Água, Resíduos sólidos, Inovação, Ecossistemas e Responsabilidade socioambiental. Ao longo dos últimos dez anos, o PBA já destacou mais de 60 iniciativas realizadas por empresas, instituições de pesquisas e entidades sem fins lucrativos, sempre associados a uma ação corporativa.

“A participação do setor privado na agenda da sustentabilidade do país é fundamental, sobretudo para quem tem visão de longo prazo para negócios. A AmCham Rio está atenta a isso e, desde 2005, reconhece, incentiva e premia os esforços realizados por empresas em todo o Brasil”, afirmou Rafael Motta, presidente da AmCham Rio.

Para comemorar esse sucesso, a câmara lançou durante a cerimônia deste ano o livro Prêmio Brasil Ambiental – Dez anos de incentivo às boas práticas empresariais, resultado de um amplo trabalho de pesquisa e recuperação histórica sobre os projetos reconhecidos pela instituição ao longo da última década. O conteúdo está disponível para download, na íntegra, no site premiobrasilambiental.com, onde também é possível acessar o Banco de Boas Práticas Sustentáveis, plataforma navegável com detalhes sobre os projetos vencedores na última década.

Criado em 2005, o Prêmio Brasil Ambiental busca reforçar a importância do setor privado na preservação do meio ambiente e na sustentabilidade, contribuindo para influenciar positivamente o comportamento de pessoas e organizações. “Esta premiação continua sólida há 11 anos. A participação do setor privado é essencial para esse sucesso. A AmCham Rio tem orgulho de promover essas iniciativas e ser parte desse movimento”, disse Kárim Ozon, presidente do Comitê de Meio Ambiente da instituição, que entregou os troféus o lado de Fabiane Turisco, vice-presidente do Comitê de Responsabilidade Social.

A cerimônia contou com a apresentação dos alunos do projeto Ação Social pela Música, uma instituição sem fins lucrativos voltada à implantação de programas de orquestras, que atualmente atende mais de 800 crianças e adolescentes em comunidades do Rio de Janeiro.

Confira a seguir os projetos vencedores da 11ª edição do Prêmio Brasil Ambiental:

CATEGORIA: ÁGUA
Projeto: Soluções que maximizam o uso racional da água na planta de Betim da Fiat Chrysler Automobiles
Empresa: Fiat Chrysler Automobiles
Resumo: Projeto para redução do consumo de água, contribuindo para melhorar a oferta e a qualidade desse recurso natural. Na planta de Betim (MG) o índice de reuso de água chega a 99% e há investimentos para aumentar para 99,4%.

CATEGORIA: RESÍDUOS SÓLIDOS
Projeto: Método 5Rs: Um aliado na gestão de resíduos da Fiat
Empresa: Fiat Chrysler Automobiles
Resumo: Desenvolvimento de ações inovadoras de gestão de resíduos na fábrica de Betim (MG), que levaram à redução da quantidade de resíduos gerados (de 51% de 1994 a 2014) e à conquista da marca de Aterro Zero em 2011.

CATEGORIA: INOVAÇÃO
Projeto: Ferramenta Práticas de Sustentabilidade
Empresa: Concremat Engenharia e Tecnologia
Resumo: Ferramenta para implantação de metodologia que promove práticas sustentáveis na construção civil. O projeto apresenta os benefícios obtidos em controle e redução dos impactos, capacitação de agentes envolvidos e melhoria da qualidade dos processos.

CATEGORIA: ECOSSISTEMAS
Projeto: Áreas de Preservação Ambiental
Empresa: Grupo Malwee
Resumo: Criação do Parque Malwee, bem como a manutenção de outras três áreas de preservação: o Pico Malwee, a Reserva Fontes e Verdes (RPPN) e uma área na Península Palmeiras em Rio dos Cedros. Juntas, as iniciativas somam cinco milhões de metros quadrados de área preservada.

CATEGORIA: RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
Projeto: Programa de Educação Ambiental do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda
Empresa: Tractebel Energia
Resumo: Desenvolvimento do Programa de Educação Ambiental do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo (SC). Em sete anos de operação, o Programa já envolveu mais de 98 mil pessoas da comunidade local.

A AmCham Rio é uma instituição multissetorial dedicada ao desenvolvimento de novos negócios e ao aprimoramento das relações comerciais com os Estados Unidos. Criada em 1916, a AmCham Rio comemora seu centenário em 2016 e se destaca como a câmara de comércio mais antiga da América Latina, representando empresas de diversas nacionalidades com atuação no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, Estado afiliado. A entidade investe na ampliação da competitividade e atua na representação de interesses corporativos ao estabelecer contato com autoridades municipais, estaduais e federais.

 

Saiba mais:

:: Confira as fotos da premiação

:: Faça o download do livro “PRÊMIO BRASIL AMBIENTAL: 10 ANOS DE INCENTIVO ÀS BOAS PRÁTICAS EMPRESARIAIS”

:: Acesse o nosso Banco de Boas Práticas


02 de out de 2015

AmCham Rio lança banco de boas práticas em sustentabilidade

Publicação especial reúne as mais de 60 iniciativas empresariais reconhecidas nos 10 anos do Prêmio Brasil Ambiental; Tractebel, Petrobras e Vale lideram ranking da premiação

Para comemorar os dez anos do Prêmio Brasil Ambiental (PBA), criado em 2005, a Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) reuniu em uma única plataforma digital todas as iniciativas reconhecidas pela premiação ao longo do tempo. O Banco de Boas Práticas em Sustentabilidade será lançado durante a cerimônia do 11º Prêmio Brasil Ambiental, que acontece no próximo dia 6 de outubro, no Rio de Janeiro, e ficará disponível online no site premiobrasilambiental.com. A publicação foi patrocinada pela BG Brasil, Fetranspor, Instituto Jogue Limpo e Tractebel Energia/GDF Suez.

Em toda a história do PBA, as empresas Tractebel Energia, Petrobras e Vale foram as maiores vencedoras, totalizando 20 premiações em categorias como Água, Emissões Atmosféricas e Responsabilidade Socioambiental.

Resultado de um amplo trabalho de pesquisa e recuperação histórica, a plataforma traz detalhes sobre cada projeto premiado, como a área de implantação no território brasileiro, enfoque adotado e os resultados alcançados. As buscas online podem ser feitas por empresa, por ano e por categoria.

“O Banco de Boas Práticas em Sustentabilidade é uma fonte de pesquisa inestimável sobre as ações conduzidas pelo setor privado em prol da preservação do meio ambiente em nosso país. Estamos muito felizes em compartilhar esse conteúdo e contribuir para ampliar o impacto dessas iniciativas, avaliadas e reconhecidas anualmente pelo Prêmio Brasil Ambiental”, afirma Kárim Ozon, presidente do Comitê de Meio Ambiente da AmCham Rio.

 

Ranking

1º lugar:

 

Tractebel Energia (10 prêmios)

Categorias: Ecossistemas, Emissões Atmosféricas, Água e Responsabilidade Socioambiental.

2º lugar:

 

Petrobras (5 prêmios)

Categorias: Água, Inovação e Responsabilidade Socioambiental.

 

Vale (5 prêmios)

Categorias: Resíduos Sólidos, Emissões Atmosféricas, Inovação e Ecossistemas.

 


01 de out de 2015

Dos rios que desaguam na Baía de Guanabara, 85% estão ‘mortos’, diz biólogo

Banco de Boas Práticas do Prêmio Brasil Ambiental reúne projetos com soluções inovadoras para os recursos hídricos

 

Desaguam na Baia de Guanabara 55 rios. Porém, 47 (85%) foram considerados “mortos” pelo biólogo Mário Moscatelli, em entrevista ao jornal O Dia. Eles têm níveis de poluição tão altos que afetam diretamente a qualidade da água e a manutenção dos ecossistemas marinhos. A implementação de políticas públicas de saneamento urbano poderiam contornar estes problemas, afirmou o especialista.

“Não é coisa de um governo ou outro. As políticas públicas devem ser implementadas pelos próximos 20 anos de forma contínua e eficiente”, disse Moscatelli, citando os rios Meriti, Sarapuí, Maracanã como alguns dos mais afetados.

Valorizar iniciativas que proponham soluções para a gestão dos recursos hídricos é um dos objetivos do Prêmio Brasil Ambiental (PBA), realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio). Água é uma das categorias mais tradicionais do PBA, fazendo parte da premiação desde sua criação, em 2005. Os melhores projetos, desde então, podem ser vistos no Banco de Boas Práticas, disponível no site premiobrasilambiental.com. E os vencedores da 11ª edição do PBA serão conhecidos na próxima terça-feira  (6/9), em cerimônia realizada no Palácio do Itamaraty.


29 de set de 2015

Brasil firma meta de reduzir em 37% as emissões de gases de efeito estufa

Compromisso será apresentado pelo governo durante a Conferência do Clima de Paris, em dezembro

O Brasil levará como meta para a Conferência do Clima de Paris a redução em 37% a emissão de gases de efeito estufa até 2025, com projeção de 43% em 2030. O anúncio foi feito pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, durante seu discurso na sessão plenária da Conferência das Nações Unidas para a Agenda do Desenvolvimento Pós-2015, realizada no último domingo (27/9) em Nova York (EUA).

“O Brasil é um dos poucos países em desenvolvimento a assumir uma meta absoluta de redução de emissões. Temos uma das maiores populações e PIB do mundo. Nossas metas são tão ou mais ambiciosas que aquelas dos países desenvolvidos”, afirmou a presidente, apontando o fim do desmatamento ilegal no Brasil e a restauração de 12 milhões de hectares de florestas como caminhos para cumprir o compromisso voluntário.

O aumento do uso de energias renováveis também está nos planos do governo, que deve chegar a 45% da matriz energética. “Note-se que, no mundo, a média é de apenas 13% dessa participação e, na OCDE, de apenas 7%”, frisou Dilma.

A meta brasileira foi recebida com otimismo pela ONG WWF-Brasil. De acordo com o superintendente executivo de políticas públicas e relações externas da organização, Henrique Lian, o compromisso mostra o esforço do País em avançar nas questões climáticas. “Sua real contribuição à metal global deve ser avaliada após a análise mais detida da oferta, sendo importante notar que a Contribuição Nacional Determinada (INDC, em inglês) é o início do processo negocial da COP 21, que será finalizado com a negociação multilateral presencial e que incluirá mecanismos de financiamento e implementação”, comentou Lian.

Por outro lado, o especialista Marcio Santilli criticou a meta brasileira. “Os níveis de emissão atuais estão em torno de 40% abaixo do que estavam em 2005, graças à redução do desmatamento na Amazônia entre 2006 e 2012, o Brasil está se comprometendo apenas com reduções residuais nos próximos 15 anos”, analisou Santilli em artigo para o Instituto Socioambiental.

Incentivar a redução das emissões atmosféricas é um dos objetivos do Prêmio Brasil Ambiental (PBA), realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio). A iniciativa já reconheceu boas práticas de mais de 60 projetos de empresas no Brasil. Os vencedores da 11ª edição do PBA serão conhecidos na próxima terça-feira (6/10).

 

Saiba mais:

::Prêmio Brasil Ambiental 

:: Cop 21 de Paris

:: WWF-Brasil

:: A meta brasileira é de “ambição zero” – Instituto Socioambiental


28 de set de 2015

Dilma e Ki-moon comemoram aprovação da nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável

Em Nova York, presidente do Brasil e secretário-geral da ONU reafirmaram a importância de combater problemas ambientais e pobreza

Durante a 70ª Sessão da Assembleia-Geral da ONU, realizada nesta segunda-feira (28/9) em Nova York (EUA), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas ONU, Ban Ki-moon, e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, comemoraram a adoção da nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável para 2030. O documento foi aprovado por unanimidade pelos 193 Estados-Membros da instituição e servirá como diretriz para os países signatários combaterem a pobreza, o dano ao meio ambiente e a desigualdade de gênero.

Ki-moon afirmou que a agenda estimulará o crescimento econômico e as relações diplomáticas entre os países. “É uma agenda de prosperidade e paz que transmite a urgência de ações climáticas. Acima de tudo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prometem não deixar ninguém para trás”, comentou o secretário.

A presidente Dilma ressaltou que o tratado é um reflexo da Rio+ 20, conferência da ONU que reuniu líderes globais no Rio de Janeiro em 2012. “A Rio+20 serviu para descobrir meios de transformar o planeta e afirmar que é possível crescer, incluir e proteger sustentavelmente. Esta nova agenda estabelece metas universais que exigem determinação e compromisso com a mudança do clima, superação da pobreza, miséria e construção da oportunidade para todos. O esforço tem que ser coletivo e global”, afirmou Dilma.

Para ter acesso ao documento completo com as novas metas estabelecidas pela ONU, clique aqui.

O setor privado tem papel fundamental para que os ODS sejam alcançados. No dia 6 de outubro, a Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro realizará a cerimônia de premiação do 11º Prêmio Brasil Ambiental (PBA), colocando em evidência boas práticas socioambientais implementadas por empresas no Brasil. Saiba mais: premiobrasilambiental.com


25 de set de 2015

Estudo mostra redução de florestas no Brasil

 

Áreas ocupadas por vegetação natural do Brasil apresentaram uma redução de 7,8% entre 2010 e 2012, representando uma perda de aproximadamente 149.670 km2 de mata. O dado foi divulgado no recente estudo “Mudanças na Cobertura e Uso da Terra”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com o objetivo de monitorar as mudanças na cobertura e uso da terra do país e possibilitar comparações com outras nações.

Nas vegetações florestais, que predominam nos biomas Mata Atlântica e Amazônia, nesse período, o percentual de desflorestamento foi quatro vezes menor (1,8%), e correspondeu a cerca de 59.230 km2. Observou-se também uma aceleração nos processos de mudanças na cobertura e uso da terra, uma vez que nos dois anos compreendidos entre 2010 e 2012, houve alterações em 3,5% do território nacional, a metade do observado nos dez anos compreendidos entre 2000 e 2010 (7,0%). Entre as áreas que sofreram alteração, o principal processo observado foi a expansão agrícola, responsável por 68,0% (77.520 km2) dos avanços em áreas florestais e áreas florestais mistas e 66,0% (101.710 km2) das mudanças nas pastagens naturais e campestres mistas.

Leia mais sobre o estudo clicando aqui.


10 de set de 2015

ONS descarta risco de racionamento de energia

Diretor-geral da ONS, Hermes Chipp, afirmou que os reservatórios estão com 34,4% de armazenamento e a previsão é de aumento das chuvas

A situação atual dos reservatórios do Brasil é muito melhor que a do ano passado, garantiu o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, durante o Brazil Windpower, debate sobre energia eólica que acontece no Rio de Janeiro.

De acordo com Chipp, os reservatórios estão com 34,4% de armazenamento neste início de setembro e a transição do período úmido será em outubro. Segundo ele, a influência do fator do El Niño, que está se fortalecendo, favorece as previsões.

“Há uma previsão de que essas chuvas gradativamente aumentem e vão chegar a atingir a região do sul de Minas, onde estão as principais bacias”, afirmou. “2015 não é mais preocupante”, acrescentou.

O diretor também descartou qualquer possibilidade de racionamento de energia. “Estamos bem. Sem risco de racionamento. Risco zero atualmente independentemente de cálculo, só olhando a vazão e o nível de armazenamento”, afirmou.

(Fonte: Agência Brasil)

 

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04 de set de 2015

Em 2015, Brasil duplica sua produção de energia eólica

Capacidade instalada de usinas eólicas chegou a 6.183 MW, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado

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As usinas eólicas brasileiras aumentaram em 114% a produção de energia no primeiro semestre de 2015, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. No fim de junho do ano passado, essa matriz era responsável por 1,4% do total gerado de energia no ano no Sistema Interligado Nacional (SIN). Atualmente, ela representa 3% de toda a energia produzida no Sistema Integrado Nacional, informou a reportagem publicada pela Agência Brasil.

De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração média nos seis primeiros meses deste ano foi de 1.831 MW médios, diante de 856 MW médios alcançados no mesmo período do ano anterior.

A capacidade instalada de usinas eólicas no Brasil chegou a 6.183 MW ao final do primeiro semestre de 2015, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado, quando a capacidade era de 3.106 MW.

Atualmente, o Rio Grande do Norte segue na liderança em capacidade instalada da fonte, com 2.243 MW, seguido por Ceará (1.233 MW), Rio Grande do Sul (1.300 MW) e Bahia (959 MW).

No primeiro semestre de 2015, as usinas eólicas do Rio Grande do Norte geraram 642 MW médios de energia, montante 142% maior do que o produzido nos seis primeiros meses do ano passado.

O Rio Grande do Sul, com 288 MW médios, registrou aumento de 91% em relação ao montante gerado no mesmo período de 2014. Já no Ceará foram 363 MW médios, aumento de 48% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já a Bahia quase triplicou sua geração eólica, com 391 MW médios (+283%).

Relevância

De janeiro a julho de 2015, entraram em operação cerca de 1.437 MW de usinas eólicas, e ainda estão previstos cerca de 1.636 MW até o final do ano. Para o ano 2016 já estão previstos cerca de 3.100 MW e para 2017 cerca de 1.985 MW, contribuindo para ampliação da fonte eólica e a diversificação da matriz de energia elétrica brasileira.


01 de set de 2015

Especialistas defendem marco regulatório para descomissionamentos

Regras claras e monitoramento ambiental das plataformas de petróleo e gás incentivam as medidas de prevenção

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Tão importante quanto conceder licenças ambientais para o início da operação das plataformas de óleo e gás é saber qual será o destino destes equipamentos com o fim de seus “ciclos de vida”. Especialistas ressaltam que os impactos ambientais durante o processo de desmontagem devem ser monitorados. A criação de um marco civil regulatório específico para essa fase de produção foi tema do debate “Licenciamento ambiental: a fase do descomissionamento na indústria do petróleo”, realizado na quinta-feira (27 de agosto), na Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio).

De acordo com Maria Josefina Kurtz, diretora de meio ambiente da Concremat, as resoluções da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) poderiam dar mais enfoque às questões ambientais, “considerando os impactos negativos do processo e a responsabilidade por eventuais danos”, disse Maria Josefina. Ela ressaltou a importância da fiscalização e o gerenciamento dos resíduos deixados pelas plataformas, monitoramento ambiental, plano de gerenciamento de risco e proposição de estudos ambientais específicos para cada projeto.

Para Fernando Alves Rochinha, diretor de tecnologia e inovação da Coppe/UFRJ, estas medidas são importantes para diminuir os riscos de eventuais desastres ambientais. “As circunstâncias da desmobilização são críticas. A empresa estará movendo tubulações gigantescas que foram corroídas e usadas por 20 ou 30 anos. Este cenário é favorável a um acidente que pode levar a um derreamento de óleo residual, material de limpeza utilizado e dejetos contaminados. Por isso é preciso o monitoramento de todas estas ações”, apontou Rocinha.

O impacto financeiro da desmontagem dos projetos deve ser previsível para não gerar insegurança entre os investidores. “O custo de um descomissionamente é alto, algo em torno de 5% a 6% do investimento. É preciso estar preparado desde o início”, disse André Donha Lopes, sócio-diretor da KPMG.

A ANP informou que, de janeiro de 2014 até agosto de 2015, já foram solicitados 50 pedidos de devoluções de instalação offshore e onshore, sendo 15 delas só da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. A coordenadora de meio ambiente da superintendência de segurança operacional e meio ambiente da ANP, Luciene Pedrosa, diz que a agência ainda está em fase de aprendizado. “Por ser um processo relativamente novo, surgem dúvidas”, explicou Luciene.

Moderado por Manuel Fernandes, presidente do Comitê de Energia da AmCham Rio e office managing partner da KPMG, e por Karim Ozon, presidente do comitê de Meio Ambiente e sócia do Chediak Advogados, o evento também teve como palestrantes Miriam Mazza, sócia de meio ambiente do Barbosa, Müssnich & Aragão; e Julio Eduardo Dutra Ribeiro, diretor comercial da Oceaneering Brasil.

Saiba mais:

:: Confira a galeria de fotos do evento

:: Licenciamento ambiental: a fase do descomissionamento na indústria do petróleo

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20 de ago de 2015

Inscrições para o 11º Prêmio Brasil Ambiental são prorrogadas

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As inscrições para o 11º Prêmio Brasil Ambiental, promovido pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), foram prorrogadas até o dia 10 de setembro.

Lançada em 2005, a premiação já destacou mais de 50 projetos realizados pelo setor privado, a fim de reforçar a importância da preservação do meio ambiente e influenciar positivamente o comportamento das pessoas. Na edição deste ano, os concorrentes poderão inscrever projetos em seis categorias: Água, Emissões atmosféricas, Resíduos sólidos; Inovação; Ecossistemas e Responsabilidade socioambiental.

Clique aqui para saber mais sobre o prêmio.


20 de ago de 2015

Seis parques eólicos são conectados ao Sistema Elétrico Brasileiro

Subestação permitirá o escoamento de 1.200 MW

Obras da Subestação Curral Novo do Piauí II (Governo do Piauí/Marcelo Cardoso)
Obras da Subestação Curral Novo do Piauí II (Governo do Piauí/Marcelo Cardoso)

Com a conexão de seis parques eólicos, a Subestação SE Curral Novo II (Piauí), considerada a maior do País, será responsável por injetar 1.200 MW no Sistema Elétrico Brasileiro. Ela receberá energia na tensão 230 kV e a elevará para 500 kV. A obra, realizada pela Queiroz Galvão Energia, Casa dos Ventos, ContourGlobal e Chesf, foi concluída no dia 13 de agosto: um investimento total de R$ 100 milhões.

A subestação tem sete autotransformadores, de 200 MVA cada, e fará o seccionamento da linha de transmissão que liga São João do Piauí  a Milagres e é responsável pela transferência de energia entre as regiões Norte e Nordeste. Ela interligará os complexos eólicos Ventos do Araripe (210 MW) e Ventos do Araripe 3 (366 MW); Caldeirão I e II (415,8 MW); Chapada do Piauí II (172,4 MW) e Chapada do Piauí III (59,2 MW).

A construção e operação do empreendimento gera cerca de 1.000 empregos diretos e indiretos.